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Inter 0x1 Corinthians, não vejo ninguém na minha frente!

07/31/2016
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Quem diria que o título desse post voltaria ainda neste ano?!

Foi um jogo emocionante, sem dúvida. (O 2º tempo foi disputado com a bola vadia piscando na cabeça de todo mundo. Quem não pensou silenciosamente já no 2º tempo: “esse empate, é um bom resultado…”?)

Se teve algo de ruim foi o nível técnico muito abaixo do normal (erros individuais de passe, bola escapando, furada etc.). É estranho, pois o time tem treinado a semana inteira, então, seria algo natural que o erro diminuísse. Mesmo depois do gol, quando um time em formação como o nosso ganha bônus mental, ainda errávamos coisas muito simples. Enfim, gostaria de uma explicação vindo da casamata: houve erro na preparação ou o problema foi o gramado? (Notem alguns erros do Bruno, um cara até razoavelmente técnico para tanta presepata em um mesmo jogo).

Superada a questão técnica, Cristovão reapareceu (como no 1º jogo) com o 4-4-2 do Mano e o sistema dominou amplamente o confuso 4-3-3 do Falcão. Cássio só teve um lance mais tenso no 1º tempo e um no 2º, quando uma furada do Balbuena (olha o erro técnico aí) quase desgraça tudo.

Apesar do domínio (com boa marcação da saída de bola), não criávamos lhufas e, mesmo quando criávamos algo bom, o ótimo zagueiro André impedia o gol. Merecidamente, o 0x1 veio num Elias Classic: penetração rápida e livre dentro da área, conjugada com chute igualmente rápido. (Destaque-se a matada de bola do Giovani que permitiu o belo passe de Romero).

Gol do time que jogava bola, contra o time que batia feio e chorava.

Voltamos para o 2º tempo mais compactados e saindo – eu disse saindo – bem para o contra-ataque. A saída era ótima, já a chegada era, putz… Uma das piores apresentações que eu já vi de um ataque do Corinthians em toda sua história. E olha que eu lembro do ponta-direita Baianinho! (Gols perdidos que serão ainda chorados em algum critério de desempate)

Cristovão fez uma mexida burra, Danilo no lugar do Giovani. A única desculpa é o pouco tempo de casa, afinal, ele tinha Guilherme para o ataque. Quando André saiu, ele foi de Luciano, mas ele tinha Guilherme. Por fim, Elias cansou e ele foi de Rodriguinho (infelizmente é o que tem, já que mandaram o Maicon para a Ponte).

Desses movimentos todos, errada mesmo foi a escalação do André e depois a entrada do Danilo. O jogo pedia, desde o 1º tempo, por um atacante de qualidade na finalização e ele tinha Guilherme. E ele sabe que o Guilherme é muito superior ao André (quanto ao Romero, creio que o paraguaio ajuda muito na marcação e isso pesa num time em formação).

Ou Cristovão é muito burro com sorte, ou o Ego está falando mais alto por conta do Mimimi da dupla Guilherme/Marlone. Como somos líderes com um time ainda em formação, vou dar mais uma chance… MAS OLHA QUE O FANTASMA DO ADILSON BATISTA AINDA RONDA ESSE BLOGUE!

Em tempo:

Copo cheio: campeão brasileiro de pontos corridos (tirando 2009) precisa de 73 pontos ou 64% de aproveitamento. Faltam só 40 pontos.

Sarrafo: 64%      Corinthians atual: 65%     SEP/SFC: 63%    Grêmio: 61%

 

A gestão do Déficit e Transparência

07/18/2016
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Teve gente que sonhou com Corinthians repatriando algum peixão nesse fechamento de janela: Diego, supercraques desconhecidos do Peru, alguém que já encheu o saco da China. A verdade é que não veio alma penada. Nada. Zero. OCO.

Com um déficit no futebol profissional de R$ 73 milhões e uma dívida de R$ 453 milhões, com que dinheiro o clube contrataria jogadores que já recebem em moeda forte?

A contratação do Diego pelo Flamengo vai na linha do que eu já comentei sobre a gestão financeira mais profissional que recentemente desembarcou por lá. Souberam aproveitar o aumento rápido de receitas da TV – que o Timão também teve – e, ao que tudo indica, equacionaram o pagamento da dívida.

Corinthians, mesmo com a perda de receitas de arrecadação, teve aumento nas receitas de 2014 para 2015 (de R$ 230 milhões para R$ 270 milhões). Um aumento razoável, quase 20% a mais (tira inflação, dá 10% de aumento).

Quer um dado interessantíssimo? Pois bem, em 2015, segundo o balanço do clube, tivemos superávit operacional no futebol! Sim! Isso mesmo, o futebol custou menos que as receitas! Deu “lucro”.

Ficou confuso?

Simples, esse superávit é antes do custo financeiro da dívida (juros e amortizações), quando você lança o custo financeiro como o próprio balanço oficial já faz, o superávit inverte para um déficit de R$ 73 milhões. Some-se a parte social e esportes amadores e chegamos em… R$ 97 MILHÕES de déficit.

Eu não alertei que a dívida estava aumentando rápido demais e que seu custo (juros e amortizações) iria asfixiar as finanças do clube? Pois bem, a botafoguização do Corinthians está cada vez mais perto.

Ano Receita líquida apenas futebol Dívida líquida clube R/D Déficit futebol Receita direitos federativos
2007 111.622 101.490 1,1 14.860 72.206
2008 93.361 97.237 1,0 12.172 26.780
2009 143.729 99.821 1,4 10.167 29.917
2010 166.230 122.068 1,4 12.831 34.963
2011 248.990 178.493 1,4 51.604 59.706
2012 293.448 177.057 1,7 60.180 33.825
2013 266.394 193.664 1,4 18.151 69.113
2014 217.016 371.690 0,6 48.867 41.061
2015 252.404 452.673 0,6 72.876 51.932

Corinthians 1×1 SPFC, uma tarde com o Prof. Pardal em Itaquera

07/17/2016
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Ao menos no 1º tempo, foi um clássico bem disputado, com os jogadores superando suas deficiências técnicas com muita velocidade, pegada e vibração.  Mas foi também um jogo violento por parte deles (26 faltas, contra 10 nossas).

Adversário impressionou pela velocidade na recomposição de bola – coisa que o Corinthians tinha, mas perdeu na virada do ano – e pela marcação forte (e faltosa) que conseguio equilibrar o jogo boa parte do tempo. O 0x1 foi num lance que se põe na conta da deficiência técnica do elenco, Yago fez um penal não muito comum no futebol profissional (fora da área, ok; mas dentro, hummm….).

Corinthians, melhor, empatou rápido num Bruno 1×1 que deu mais o jeitão do jogo. Dava até a impressão de um jogo de muitos gols, tal a correria do 1º tempo.

Mas entramos mal escalados, isso é quase certo. Em times como o nosso, em formação e com um modelo de jogo com camisa 9 de referência por 3 anos seguidos, a escolha do Danilo não é lá muito inteligente. Ademais, todos sabemos, Danilo é para o 2º tempo quando a queda física já é geral. Não deu certo, Danilo caia sempre para a esquerda e ninguém aparecia como referência no meio.

A escalação deixou o time mais complicado e Danilo nem serviu como referência, nem ajudou a prender a bola no ataque (coisa que faz com habilidade).

No 2º tempo, já com SPFC equilibrando o meio, Cristóvão entrou com Elias no lugar do Rodriguinho. Mudança natural, Rodriguinho não tem pegada e estava com amarelo, se Elias está no banco é porque pode jog… Putz. Elias entrou sem mísera pegada. Paradão. Resultado: Corinthians ficou com 2 jogadores sem muita força em campo.

Depois veio Guilherme no lugar do esquecível Giovani. Guilherme armou bem, apareceu para o jogo, mas não marca, o que deixou o time com menos pegada ainda. A cereja de bolo foi Rildo no lugar do Marquinhos, mexida absolutamente inútil.

No fim do jogo, Cristóvão argumentou que manteve Danilo “para proteger defensivamente e continuar tendo jogadas de lado (…). Eles colocaram o Luiz do lado direito, jogador rápido, então mantive o Danilo para bloquear”.

Não cola, Prof. Pardal!

Danilo não aguentava mais nada, quanto mais “bloquear” alguma coisa. Ele poderia ter colocado o próprio Rildo, que conseguiria um bloqueio melhor e mais velocidade, surpreendendo o sistema defensivo adversário. Tirar o Marquinhos e segurar o Danilo em campo, foi muita burrice.

Jogos assim, vai sobrar sempre para o seu desafeto mor no elenco (Elias? Romero? Giovani?), mas desta vez o erro partiu da casamata.

Mantivemos o aproveitamento de campeão, 64% e precisamos agora vencer ou vencer o Figueirense em casa. Não é fácil, taí um time enjoado em Itaquera.

Em tempo:

Copo cheio: campeão brasileiro de pontos corridos (tirando 2009) precisa de 73 pontos ou 64% de aproveitamento. Faltam só 45 pontos.

Sarrafo: 64%      Corinthians atual: 67%     SEP: 71%

 

 

 

 

Chapecoense 0x2 Corinthians, 4 vitórias seguidas!

07/09/2016
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O Corinthians da era Cristovão atingiu a rara marca de 4 vitórias seguidas (e todas dentro do brasileirão). A colocação da Chapecoense antes da partida (bastava uma vitória para eles pularem para o 5º lugar) dava impressão de jogo muito difícil.

Contudo, um olhar mais atendo identificaria um time que perde, empata e perde. Eram 3 pontos dando sopa no balcão; pontos obrigatórios para quem pretende disputar o título.

Aparentemente, Corinthians está muito parecido no posicionamento com o que vimos em 2014: 4231 alternando com 442. Como no 1º tempo contra o Flamengo, nosso lado esquerdo teve um desempenho defensivo capenga (aliás, marca registrada de 2014 também). Mesmo assim, mesmo com um primeiro tempo mais ou menos, Corinthians foi superior, criou mais e Chape não mostrou nada além de que era time que dá 3 pontos para quem está na disputa do título.

O 2º tempo começou com todo mundo ressabiado pela contusão do ótimo Pedro e rapidinho chegamos num 0x1 mal anulado – não foi um erro tãããooooo grave quanto não marcar uma falta lateral do Fagner, mas a questão ali não é o erro, é o que motivou esse erro: Luciano Barata Tonta.

Está muito tenso, com um gestual exageradíssimo quando perde um gol, fora a precipitação no arremate, no posicionamento, na comemoração e tal. Tem alguma coisa de bastidor rolando para tanto desespero (até porque ele é tecnicamente o melhor atacante do elenco e já deveria saber disso).

Rodriguinho, que jogava mal como o diabo, fez um golaço (e olha lá o Luciano impedido de novo… Inclusive achei 54,2% irregular). A superioridade ainda fez nosso Stormtrooper achar o 0x2, num belo passe do Fagner. Destaco também que Bruno parece ter recuperado o bom futebol da temporada passada, algo que também torcia por acontecer.

Corinthians está com estatística de campeão (67%) faltando 5 rodadas para o fechamento do turno. Na próxima rodada, caso vença, Timão pode alcançar 3 feitos sensacionais:

  • 5 vitórias seguidas;
  • 69% de aproveitamento;
  • Ultrapassa em pontos o superelenco de 2015 (que tinha 29 pontos em 14 jogos e foi para 30 em 15 jogos).

Contudo, não é jogo de 3 pontos, a menos que SPFC opte por buscar a classificação na despertadores e apareça com um time reserva por Itaquera.

Em tempo:

Copo cheio: campeão brasileiro de pontos corridos (tirando 2009) precisa de 73 pontos ou 64% de aproveitamento. Faltam só 45 pontos.

Sarrafo: 64%      Corinthians atual: 67%     SEP: 72%

 

 

Corinthians 4×0 Flamengo, colado no sarrafo de 64%

07/03/2016
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Que baita jogo de futebol em Itaquera!

É inegável que jogos assim, difíceis de entender, imponderáveis no resultado, explicam parte do nosso vício. Tivemos afinal um 1º tempo muito bem disputado, com um  Corinthians que, sem a compactação da era Tite, via o Flamengo entrar como faca quente na manteiga pela sua esquerda.

O surpreendente Aarão caia e construía jogadas pelo setor. Nossa tentativa de 442 não dava certo e parecíamos jogar com um a menos (“parecia” não; Giovani dormia picado pela Tse-Tse). Apesar de Marquinhos Stormtrooper perder seu gol, eles chegaram a perder 2 gols em um mesmo lance, sem esquecer a boa atuação do Cássio.

Nessa metade dificílima, o melhor em campo foi o Pedro.

No 2º tempo Romero surgiu plantado na extrema-esquerda e voltamos num antigo e produtivo 4231. Isso fortaleceu o meio, estacou a sangria no setor e o jogo finalmente equilibrou-se. Corrigir o jogo sem substituições é competência rara entre nossos treinadores, mérito para Cristovão (ou quem quer que tenha alertado para o problema no vestiário).

Cássio ainda defendeu uma última invasão rubronegra do eterno Aarão e dali em diante o jogo foi de Romero. 4×0 lacradores, numa atuação espantosa.

Contudo, além da decisão no intervalo de retomar a marcação, entendi que o divisor de águas foi a falta de 2º amarelo cometida pelo Ederson, que obrigou ao técnico adversário, como ele mesmo relatou, a mudar para manter a marcação forte sobre Fágner. (Engraçado são os monstros sagrados dos portais insistirem de que Flamengo teria sido prejudicado, mesmo depois desse lance. Mas é muita cara de pau!).

Romero fez lances de alto nível (e de baixo também), mas sempre fica aquela dúvida de que se esse menino que faz 24 anos amanhã tivesse jogado mais, ganhado mais confiança, a que nível estaria jogando hoje?

Para que vocês entendam esse resultado, antes do início do jogo, Corinthians era a melhor defesa do campeonato com 10 gols sofridos e Flamengo era a vice-defesa com 11.


A gente espera que Elias reforce esse time logo (mesmo com a arrancada sensacional do 4º gol, Rodriguinho é um Alien) e que Corinthians não sofra com convocações ou venda de mais jogadores para a China.

Quando ao Flamengo, tinha apostado neles como favoritos ao título, e não é que estava um tiquinho certo? E notem como continuam – com grande apoio da mídia – pressionando arbitragem mesmo num jogo como o de hoje.

Em tempo:

Copo cheio: campeão brasileiro de pontos corridos (tirando 2009) precisa de 73 pontos ou 64% de aproveitamento. Faltam só 48 pontos.

Sarrafo: 64%      Corinthians atual: 64%

 

 

América 0x2 Corinthians, + 3 pontos corridos.

06/29/2016
tags:
william-morais

Corinthians pedalou, largou a bicicleta na calçada, nem correu muito e pegou os 3 pontos dando sopa no balcão.

Pontos corridos é isso aí, você só é campeão se somar os pontos fáceis e ganhar alguns difíceis. Por isso esses jogos contra times muito ruins são, invariavelmente, jogos muito ruins.

Poderíamos teorizar mais sobre isso, mas é assim no mundo todo. “Ah, mas o Barce…”

O gol cedo piorou o cenário. O pênalti eu achei correto: não se puxa impunemente atacante na cara do juiz.

Foi um jogo horrível e jogamos muito mal. Se jogássemos sempre assim, na média, teríamos caído já nesse Paulistão. Então, calma, respira fundo, que Domingo é Flamengo. Não é o invencível Botafogo.

É jogão!

Cássio não pode sair assim.

06/28/2016
cassio

Sou fã do Cássio desde antes da titularidade. Escrevi algumas vezes como era ridícula a diferença nos goleiros durante o aquecimento pré jogo, à época do Júlio. Dei graças à Ponte Preta por estampar que o Julio deveria ir para o banco e dar lugar para o goleiro reserva grandão.

Cássio foi responsável por um dos lances mais sensacionais que já vi no Pacaembu. Num jogo em que o Vasco (do Cristóvão) equilibrou bem a partida e quase levou mesmo a classificação.

Depois foi decisivo na final no Japão ao impedir gols impossíveis.

Sem Cássio, convenhamos, não teríamos conquistado absolutamente nada em 2012.

Neste ano ele não voltou bem. Apareceu um pouco acima do peso, desligadão. Curiosamente, o mesmo treinador que bancou o Julio por jogos e jogos, jogou o goleiro atual para os leões.

Walter como titular? Ok. Melhor para o time? Ok. Mas ficou no ar um cheirinho de Técnico Macunaíma: uma substituição que deveria ser tratada com muito cuidado, foi tocada pelo bumbo de torcida organizada. Aí não!

O que piora a situação, nem é tanto os erros recentes e repetidos (a título de exemplo, Taffarel, antes da copa de 94 errava muito mais, acintosamente, já com a camisa da seleção e a história só lembra do desempenho seguro na Copa)

O que piora a situação é a reação HUMANA do Cássio.

Cássio deu sua última entrevista pálido, como se fosse um de nós, um ser humano com virtudes e defeitos… Ora, goleiro não é humano, nunca foi. Goleiro tem uma segurança mental inexistente entre nós humanos aqui.

Nem imagino que Corinthians possa estar pensando em vendê-lo para alguma outra equipe nacional. Mais legal é recupera-lo para o futebol.

ISL

Já estive lá. País exuberante, belo e com um povo muito bonito. Uma língua incompreensível.

Se você é daqueles que vive com nariz entupido, sinusite etc., não tem noção como isso tudo desaparece ao primeiro respiro do ar puríssimo dessa Ilha. Vai descobrir um nariz que não tinha.

Outra coisa bacana: não se compra água mineral, pois a água da torneira vem direto das geleiras.

Quanto ao futebol: não se iluda, a Islândia não chegou nas semis da EURO2016 por um distúrbio da Matrix. Chegou lá pela mesma razão que esse blogue discute tática: porque a Internet encurtou o conhecimento. Hoje é fácil garimpar material de qualidade sobre treinamento, tática, gestão etc (veja este site da forfortwo, por exemplo). Fico fulo quando vejo meu filho treinando no time da escola ou no clube e o “treinador” apenas organizando jogo coletivo com a molecada.  Em 1 hora de buscas, você encontra treinos prontinhos de futebol para crianças se desenvolverem plenamente no esporte.

A Islândia não chegou lá por um conto de fadas… Dúvida? Descubra a verdade neste artigo da goal.com aqui.

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