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Roda viva com Mr. Presidente (Atualizado)

03/29/2011

Mr. Presidente deu entrevista no Roda Viva, programa que não é mais aquela roda viva do passado, mas ainda é bem acima da média da TV aberta.

Foi uma entrevista interessante e sugiro que todos assistam. Gostei, por exemplo, que não se perdeu tempo em denuncismos, até porque, sem provas documentais, fica fácil para ele dizer que “isso é mentira”, “aquilo é preconceito” etc. (reparem no carrinho que o ancora do cartão verde leva por trás).

Parece que ele tem sempre um problema com a 2ª frase, a do arremate. Aquela que conclui, justifica ou explica um raciocínio. Ele faz uma afirmação, porque não dizer, inteligente na 1ª frase, mas na 2ª… É como se ele tivesse decorado a frase sem saber seu significado.

Por exemplo, quando questionado sobre se prefere vencer a SEP ou o SPFC, el alcaide falou sobre a tentativa de roubo do Pq. Antártica durante a 2ª guerra e quem não sabe da história  deve ter ficado no vácuo. Por que não mostrar que a pergunta não faz sentido para o corinthiano e desmascará-la como obra inteligente do mktg de madame que se auto-denomina nosso maior rival — e não é nem a pau — para aumentar o seu número de simpatizantes?

Por essa linha, ele teria uma boa brecha para mostrar como a imprensa é tendenciosa e, aí sim, discorrer sobre o preconceito contra o time dos carroceiros.. Aliás, a insistência em se dizer vítima de preconceito também pareceu bem forçada, pois ele não explicou quando, como, onde… E olha que não seria difícil pinçar um ou dois exemplos.

Enfim, posar de vítima foi sua defesa preferida.

Ele foi bem liso em dois assuntos: (1) ele desconversou sobre quem pagaria a diferença entre o dinheiro emprestado do BNDES e o preço final do estádio — é a isenção fiscal já prevista para Itaquera desde o governo Marta ou é coisa nova do Kassab? (2) e a relação dele com empresários, como Carlinhos Leite — cujo nome, estranhamente, nem foi citado. Nos dois casos ele mudou a direção da conversa e… já estava lá a vítima no centro do programa. Pô, vitima sou eu!

Faltou preparo para o pessoal da mesa: empresários no futebol, remuneração de dirigentes e a relação dele com Ricardo Teixeira poderiam ser mais exploradas. Parece-me, não assistia esse programa há muitos anos, que a Marília Gabriela suaviza demais a entrevista e deixa a coisa virar bate-papo. O Roda Viva era um programa, se lembro bem, com a proposta de fazer o cara confessar que é bom (a maioria dos casos) ou desmascará-lo como um medíocre.

E uma pergunta muito simples que deveria ser obrigatória em todo Roda Viva: qual é o seu projeto para a sua área de atuação?

Para assistir, é aqui no saite da TV Cultura.

E o que vocês acharam?

=== ATUALIZADO ====

Muito bem lembrado pelo Marcus, a entrevista de Vicente Matheus no Roda Viva:

Por Marcus Sousa

É pra ver tudo…mas a partir dos 16 min fica uma verdade unica… é pra ver mesmo a partir desses 16 minutos,  deveria mostrar isso pro Sanches, é uma humilhação, é uma vergonha, é uma coisa que o velho Matheus mesmo não tendo feito o que deveria ter feito,  nós hoje deveriamos cobrar daquele fdp uma atitude, é histórico isso já, uma coisa que acontecia a muito tempo atrás, tivessem todas diretorias tivessem posteriores tomado vergonha na cara e calariam  essa sub-raça…
vejam primeiro o video a partir dos 16:00 minutos e depois voltem ao começo

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23 Comentários leave one →
  1. mucio rodolfo permalink
    04/02/2011 10:35

    “..não tivemos times que prestasse, mesmo o de 77 era formado por um bando de caneludos, assim como 90, nem de longe eram times que alguém apostasse no início desses campeonatos.” (David77)

    Prezado David. Se a gente analisar o CB de 76, a conclusão é a de que vc tem toda razão de que havia times bem melhores do que o Timão na época: Internacional, Fluminense, Atlético Mineiro, Flamengo…….O que eu não concordo é quando vc diz que nem de longe alguém apostaria no Corinthians para ser campeão paulista em 77. Poderia não ser o grande favorito, mas era um dos favoritos. Um time que chega a uma final e campeonato brasileiro, joga de igual para igual com o campeão mesmo este sendo superior é porque tem qualidades. E se este time é reforçado (naquele ano foram contratados Palhinha, Claudio Mineiro, Luciano e Jairo) a cotação dele aumenta ainda mais. O time do Corinthians era mediano, mas mesmo sendo mediano conseguia fazer frente aos advesários mais qualifciados. Eu acho que no nosso time titular havia jogadores que além de esforçados tinham qualidades técnicas. O Wladimir, por exemplo, era apenas caneludo? E se vc analisar SP, Palmeiras e Santos não tinha times bem superiores ao nosso. O Palmeiras estava vivendo o fim da academia, o Santos ainda curtia a viuvez de Pelé e os bambis eram vítimas preferidas do Geraldão. A Ponte tornou-se uma surpresa ao longo do campeonato. Valeu!

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    • Daniel CMS permalink
      04/02/2011 11:30

      “Vamos jogar com raca e com o coracao…”

      Sim, eles jogavam com raca e se superavam. Por isso que com times inferiores conseguiamos jogar de igual para igual. Essa e’ a mistica do Corinthians.

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  2. mucio rodolfo permalink
    04/02/2011 10:16

    O Daniel foi muito feliz quando disse que não se pode transportar a realidade de hoje para o passado. As pessoas são geralmente resultados da mentalidade reinante num determinado período. As que enxergam além do tempo em que está vivendo são raras. Não devemos crucificar as demais por serem normais. O Matheus cometeu muitos pecados. Como eu escrevi anteriormente sobre ele existe a denuncia de que premiava adversários para ganharem do Timão e assim desestabilizar que estava no poder. Verdade? Mentira? Nunca se provou. Me lembro que no Campeonato Brasileiro de 77, na reta final, ficamos sem quatro titulares importantes porque não chegaram a um acordo na hora de renovar o contrato com o clube. Até hoje não entendo porque ele aceitou trocar o eficiente quarto-zagueiro Zé Eduardo pelo ponta direita Gil, quando o clube já contava com Vaguinho e Piter para a posição. Matheus era personalista, vaidoso, centralizador….tinha n defeitos. Porém, tinha muitas qualidades. Jamais quis se aproveitar do clube seja para fins políticos ou financeiros. Como escrevi anteriormente passou a perna nos bambis e nos entregacionalistas e assim trouxe Sócrates e “Zenão” (como ele pronuncia na entrevista), além de Palhinha, Biro-Biro e Amaral, isto sem contar Caçapava (que embora fosse bem bosco, tinha muito cartaz no sul afinal havia anulado Rivelino) e Ewerton (que marcou gols importantíssimos na campanha de 88). Matheus jamais contrataria dezenas de jogadores como esta diretoria vem fazendo ultimamente e muito menos continuaria pagando salários de jogadores que estivessem emprestados a outros clubes. Creio que se os dirigentes de hoje tivessem um pouco das qualidades do Matheus e do Trindade seriam os dirigentes quase perfeitos. Valeu.

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  3. Daniel CMS permalink
    04/01/2011 21:25

    Vicente Matheus foi um presidente razoavel para bom para o seu tempo, nao foi tao retrogrado como muitos dizem aqui. Nao podemos transportar a realidade de hoje para aquele tempo.

    Naquele tempo, fora santos de pele, ninguem teve projetos de longo prazo para dominar o cenario nacional muito menos internacional (gremio e flamengo tiveram times excelentes, mas longe de ser um projeto); o unico time um real projeto internacional foi a selecao brasileira como propaganda da ditadura. Para a maldita, a imprensa sempre diz que o Brasil nao estava nem ai.

    Os torcedores, e a imprensa consequentemente, davam muito mais importancia aos estaduais. Dai a mentalidade de “ganhar do parmera ta bao”.

    Meu pai sempre fala que na epoca da ditadura ir nos jogos do Corinthians era um momento para externar as opinioes e talvez um pouco da insatisfacao com o regime vigente, algo como o Barcelona na epoca de Franco. O Corinthians tambem estava sob o comando de Wadih Helu… Esta seriam as raizes de uma tal torcida chamada Gavioes da Fiel….

    O Brasil era diferente. Menos integrado, mais fechado ao exterior. Ao mesmo tempo, ainda haviam os filhos de imigrantes de diversas nacionalidades, principalmente em SP, tentando criar novos negocios e trazendo um certo dinamismo aa economia.

    O Brasil era mais industria e menos servico. Os bancos fomentavam a economia. Os credores do governo eram outros, os devedores tambem.

    Enfim, ha que se botar em perspectiva historica o que aconteceu no passado. Vicente Matheus aparentemente nunca meteu a mao no Timao. Poderia nao ser o melhor gestor, mas tinha a melhor das intencoes, ao contrario do que vimos nos ultimos 20 anos talvez?

    Ah, naquela epoca padaria era gerida como padaria, o dono te conhecia, nao tinha comanda nem o chao era de marmore. O pao frances das 5 da tarde poderia queimar, mas o seu padeiro sempre achava o mais branco se vc pedisse. Vc tinha conta na padoca e na banca de jornal do lado da padoca, tudo no fio do bigode.

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  4. Cesar Augusto permalink
    04/01/2011 11:54

    A entrevista do Andrés foi nota 5 ou 6, nada além disso. Ele é parecido com aquele personagem da escolinha do Professor Raimundo, o Sandoval Quaresma, interpretado pelo Brandão Filho.

    Ele começa bem, responde bem a primeira pergunta, a segunda, mas na hora de ganhar o 10, não sabe ao certo o que falar e se complica, principalmente, porque, assim como a maioria dos dirigentes do Corinthians, conhece pouco a história.

    O Andrés é um cara esperto, inteligente, mas sem nenhuma cultura, de qualquer nível.

    Em suma, foi uma entrevista mais ou menos, que não mostrou nada de novo, mas, por outro lado, demonstrou, que apesar da falta de estudo, trouxa ele não é.

    >>>

    Vicente Matheus foi um Presidente razoável, se analisarmos os erros e acertos de sua gestão. Mas, ninguém pode falar que o Matheus era desonesto. Não há nada que o desabone, diferentemente do Wadih Helu e do Dualib.

    Por outro lado, entendo que o VM representa uma época em que para o Corinthians bastava ganhar do “Parmera” que já estava bom. É um dos símbolos do atraso na gestão corintiana. Matheus gastava pouco e montava times médios, em geral. Só para ilustrar, em 1993, na condição de diretor, uma vez que a Presidente de Direito era a Marlene, preferiu contratar o Biro-Biro, ex- Bragantino, por entender que Roberto Carlos, vindo do União era muito caro. O preço do RC, à época, quinhentos mil dólares.

    Fez coisas boas, sim, como a contratação do Sócrates, do Palhinha, do Biro-Biro, mas, em regra, foi mais do mesmo.

    E a sina do Corinthians parece ser a de ter Presidente que representam mais do mesmo. Para isto, basta analisarmos quais são os potenciais candidatos a próxima eleição do clube.

    Mário Gobbi foi aquele da frase “futebol é business”. Não serve. E não merece mais comentários. Ademais, já disse por inúmeras vezes que não entende de futebol.

    André Negão, com todo o respeito, não dá. É a contravenção tomando conta do Corinthians.

    Roberto da Nova, pelas entrevistas, me parece que, também, não dá.

    O Andrés, por enquanto, corre riscos de, mesmo sendo um bom presidente, dentro da média do Corinthians, não fazer o sucessor.

    E a oposição?

    O que tem a oposição para nos mostrar de novidade?

    Citadini e Paulo Garcia. Isso é a oposição. Atrasada, retrógrada e que já esteve lá e não deixou saudades.

    Citadini, o capitão da oposição, é um cidadão inteligente, ótima cultura, mas quando lá esteve fez coisas boas, mas, em geral, na hora que HMTF saiu mostrou toda a sua incompetência ao desmontar um time campeão, praticamente, a preço de banana. E na época da MSI fez de tudo para a parceria dar errado, não porque era contra lavagem de dinheiro, mas, sim, porque perdeu espaço para o Andrés. Tanto o Citadini não era contra a MSI, caso estivesse no comando, que ele sugeriu ao Kia uma série de reforços. A questão foi pessoal. Perdeu espaço e fez biquinho.

    Paulo Garcia, por sua vez, já foi diretor de futebol e não deixou saudades. É um candidato que não tem nada a acrescentar ao Corinthians.

    Teremos mais do mesmo, para variar.

    É a nossa sina.

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    • Emboava permalink
      04/01/2011 14:50

      Dos que estão… acho que o Paulo Garcia é o menos pior… não dá pra aceitar ninguém da situação!

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  5. manuel permalink
    03/31/2011 9:38

    Aí, parei. VM para mim é o símbolo do atraso. Se somar tudo, ficou mais tempo no poder do que o Dualibabá. Centralizador, dirigia o clube como se fosse uma padaria, com a ajuda do irmão.

    Contratou um boxeador para técnico do time. Foi um dos principais responsáveis pelo jejum de títulos e por termos sido O ÚLTIMO time grande do Brasil a ser campeão brasileiro. Até bahia e coritiba foram antes da gente. Enganou o torcedor vendendo carnês para construir um estádio que nunca saiu do papel.

    Para mim ele sempre simbolizou a falta de gente competente no clube. Sempre me pareceu que o Corinthians não tem nos seus quadros gente capaz de realizar todo o seu potencial. Situação que continua até hoje. E pelo jeito vai continuar, olhando os candidatos que estão aí.

    Vicente Mateus era bom? Parei.

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    • Emboava permalink
      03/31/2011 13:17

      Eu praticamente não sei nada sobre como foi o Vicente Mateus… mas o pouco que sei me diz que agia como se fosse dono do time… e era muito amador… a paixão dele pelo clube talvez não possa ser contestada, mas seus logros, se é que teve, sim.

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    • mucio rodolfo permalink
      03/31/2011 13:38

      Reza a lenda que na oposição Matheus chegava a pagar bichos para que os adversários ganhassem do Corinthians. Algo que nunca se provou. Vamos lembrar que no período de jejum, havia dois esquadrões em nossa caminho, o Santos de Pelé e o Palmeiras da Academia. Vamos lembrar também que o presidente da Federação era inimigo politico do presidente do Corinthians, o Wadhi Helu (não me lembro como se escreve corretamente o nome dele). Vamos lembrar também que os clubes que mais compravam jogos eram exatamente Palmeiras e Santos. Evidente que a fragilidade alguns dos nossos times no período teve um grande peso no jejum. Então transformar o Matheus no principal culpado pelo jejum é exagerado demais. Vc também poderia lembrar que foi o Matheus que montou o time que nos redimiu em 77, que montou o timaço de 79 que não ganhou o brasileirão daquele ano porque não o disputou, que praticamente montou o timaço de 1982. Por fim, não confere a informação de que o Corinthians tenha sido o ultimo grande a ser campeão brasileiro. Botafogo, Cruzeiro e Santos vieram depois. Valeu.

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      • manuel permalink
        03/31/2011 17:21

        Múcio, segundo a CBF estes times foram campeões nacionais sim, bem antes do timão. Sei que muitos vão dizer que estas taças brasil e que tais não valem, mas o fato é que nem estas o Corinthians conseguia ganhar. E não conseguia, em minha opinião, pela visão pequena dos nossos dirigentes, dos quais o Mateus foi o que mais tempo ficou -creio eu, se estiver errado me corrijam.

        O Dualib montou o melhor Corinthians que eu vi, o de 98-99, e ganhou muitos títulos, mas mesmo assim não o considero um grande dirigente. Acho que com a força do timão, qualquer um que fique lá bastante tempo vai conseguir títulos, e eventualmente montar um grande time.

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        • David 77 permalink
          03/31/2011 22:44

          Não perdou VM pelo que aconteceu com Riva 1972. Acho que um dirigente de clube que jogou aos leões a cebeça de um dos melhores jogadores do mundo em todos os tempos, pra se sair de bonzinho, não merece lá muito meu respeito.
          Na época em ficamos 22 anos sem títulos as maiores fontes de renda de um clube eram seus associados e renda dos jogos, com ele tinhamos os dois e não tivemos times que prestasse, mesmo o de 77 era formado por um bando de caneludos, assim como 90, nem de longe eram times que alguém apostasse no início desses campeonatos.

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        • mucio rodolfo permalink
          03/31/2011 23:54

          O Matheus foi presidente do Corinthians entre 59 e 61 e depois de 72 a 76. Isto contando o tempo de jejum. Lendo os comentários fica-se com a impressão de que os 22 anos de jejum foram obra do Matheus. Dizer que nunca tivemos times que prestasse é outro exagero. O time de 79 por exemplo tinha Zé Maria, Amaral, Zé Eduardo, Wladimir, Biro-Biro, Sócrates e Palhinha. O time de 1977 era o mesmo que tinha acabado de ser vicecampeão brasileiro eliminando a badalada máquina do Fluminense (Carlos Alberto, Edinho, Rodrigues Neto, Dirceu, Gil, Doval, Rivelino) e jogado de igual para igual com o Internacional (Figueroa, Falcão, Marinho Peres, Jair, Dario, Lula). Alem disso, estava reforçado do atacante Palhinha, o jogador mais caro da época. E se analisar os times rivais, chega-se a conclusão de que o Corinthians podia sim ser apontado como favorito para a conquista daquele campeonato.

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        • David 77 permalink
          04/01/2011 3:22

          Quem viveu viu. Tanto no Brasileiro de 76 como no Paulista de 77 haviam times melhores que o nosso, Flu e Inter eram mais times. A Ponte meu amigo era um timaço, muuuito melhor que o timão, chegamos onde chegamos e ganhamos graças aos guerreiros que tinhamos.
          O própio Neto falou nesse final de ano queVM cortava treino pra não ter de pagar alimentação pra jogador.

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    • mfj permalink
      03/31/2011 14:10

      Manuel

      Concordo plenamente. Assino Embaixo.

      VM sempre foi elogiado, não sei porque. Ele sempre foi o simbolo do atraso, do amadorismo.

      Fosse o timão sempre bem gerido, hoje seriamos uma esp”ecie de Boa Jr ou Real Madrid brasileiro.

      Teriamos estádio há muito tempo, estrutura, e por consequencia, mais títulos.

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  6. Daniel CMS permalink
    03/30/2011 21:13

    Matheus, uma lenda!!!

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  7. Emboava permalink
    03/30/2011 18:53

    Eu assisti toda a esntrevista do Andrés…

    Se eu não fosse crítico e não estivesse um pouco enterado daquilo que se passa dentro do Corinthians apoiaria ao presi. Felizmente não é assim.

    Não aguentei assistir a entrevista do Vicente. Ele tem lábia de político. E sotaque de espanhol?! Ele é espanhol?!

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    • mucio rodolfo permalink
      03/30/2011 23:55

      SE não me falha a memória o Matheus era espanhol. Apesar da lábia de político, ele jamais quis usar o clube como trampolim para voôs na área da política. Ele se satisfazia em “governar” a maior nação do Mundo: a do Corinthians. Chamado de ignorante por muitos, ele deu um “chapeu” na diretoria exemplar e nos brindou com o futebol do doutor Sócrates. FEz o mesmo com a diretoria do Entregacional e nos trouxe Zenon. Peitou a Federação e não colocou o time numa rodada dupla no qual a porcada faria a preliminar. Tinha muitos defeitos, mas pode ter certeza que se ele fosse o presidente muitas das coisas erradas que a gente percebe, mesmo estando longe do PSJ, nã estariam acontencendo.

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      • Alessandro permalink
        03/31/2011 9:26

        Ele era espanhol e foi o maior dirigente do futebol brasileiro em todos os sentidos, o seu carisma é insuperável, inegociável e “emprestável”(rsrsrs)
        Show de bola pro Marcus que relembrou essa figura imortal.

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      • David 77 permalink
        03/31/2011 12:29

        Também não podemos esquecer que “fritou” Rivellino em 1972.

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  8. Marcus Sousa permalink
    03/30/2011 2:13

    no meu outro post esta errado no fim, esse é o certo a segunda parte da entrevista

    O Matheus era um mito, ele enrolava qualquer um, ele era um presidente ótimo na éocpa errada, hoje ele amassaria qualquer um em um debate

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  9. Marcus Sousa permalink
    03/30/2011 2:02

    Isso é uma bosta… a entrevista do Matheus émuito mais épica e visonária:

    É pra ver tudo…mas a partir dos 16 :oo fica uma verdade unica… é pra ver mesmo a partir desses 16:00 minutos, deveria mostrar isso pro Sanches, é uma humilhação, é uma vergonha, é uma coisa que o velho Matheus mesmo não tendo feito o que deveria ter feito, nós hoje deveriamos cobrar daquele fdp uma atitude, é histórico isso já, uma coisa que acontecia a muito tempo atrás, tivessem todas diretorias tivessem posteriores tomado vergonha na cara e calariam essa sub-raça…

    vejam primeiro o video a pareti dos 16:00 minutos e depois voltem ao começo

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