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08/25/2013

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7 Comentários leave one →
  1. Cesar Augusto permalink
    08/25/2013 22:22

    Uma pena a morte do Gylmar. Como disse o Múcio fez parte de um dos maiores esquadrões da história do clube, o time de da década de 50, assim descrito no almanaque do timão do grande historiador Celso Unzelte:

    “1950 – Anos Dourados – Que importa se o inimigo Palmeiras começou a nova década ganhando o Campeonato Paulista? Naquele mesmo ano, o timão foi campeão do Rio-São Paulo. No ano seguinte, voltou a ganhar o Campeonato Paulista depois de dez anos. Depois, o Corinthians seria bi-estadual (1952), ganharia a Pequena Taça do Mundo da Venezuela (1953), mais dois Rio-São Paulo (1953/1954), o Campeonato Paulista do IV Centenário (1954), o Torneio Internacional Charles Miller (1955), duas vezes a Taça dos Invicitos (1956/1957)…Começa aqui um dos períodos mais felizes da história alvinegra”.

    “Esse time é uma religião” – Gilmar dos Santos Neves, 3/11/57, após a conquista da Taça dos Invictos (3 x 3 contra o Santos).

    Descanse em paz, Gylmar, sinônimo de goleiro. Meu avô, que já não está entre nós, sempre me disse que Gylmar foi o maior goleiro de todos os tempos, quando eu dizia, com meus 10 anos, lá pelos idos dos anos 80, sobre as ótimas qualidades de Leão, arqueiro do Corinthians em 1983. Segundo meu avô, Leão não limpava as luvas de Gylmar.

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  2. Múcio Rodolfo permalink
    08/25/2013 20:43

    Mais um dos heróis da mítica campanha de 1954 se foi.
    Gilmar dos Santos Neves não resistiu à complicação de um infarto.
    Para os petizes que desconhecem. Gilmar foi o maior goleiro que apareceu no patropi. Teve a sorte de atuar em duas grandes equipes, ao lado de jogadores inesquecíveis. Tem gente que acha que ele foi melhor no outro time, porque lá foi campeão da Cucaracha, de um suposto mundial…. É que no tempo em que ele atuou pelo clube que incomoda, não tinha Taça Brasil, não tinha Cucaracha, não tinha Intercontinental. Só tinha estadual e Rio São Paulo e com a camisa 1 do “clube dos carroceiros”, ele conquistou todos. Gilmar começou no time mais importante da cidade de Santos, o Jabaquara Atlético Clube – o Jabuca- de onde também saiu outro herói mosqueteiro, Baltazar. Veio como contra-peso. O Corinthians não estava interessado nele, mas sim num centro-médio que tinha por lá (o Ciciá). Este sumiu no tempo, Gilmar ficou para a eternidade. Eu sempre penso nisso quando vejo a moçada torcendo o nariz para jogadores oriundos de times modestos. No meio desses desconhecidos pode estar um Gilmar. Um de seus primeiros jogos foi bem traumático – goleada sofrida diante da Portuguesa por 7×1. Tinha gente querendo expulsá-lo do PSJ, mas ele ficou e deu a volta por cima. Tinha personalidade. Tanto que não se abalava depois de tomar um “frango”. Em 1961 resolveu descer a Serra e tornar o time do litoral quase imbatível. O Corinthians demorou mais de 25 anos para encontrar um substituto quase a altura.
    Valeu Gilmar!

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    • Cesar Augusto permalink
      08/25/2013 22:25

      E aposto que, amanhã, o historiador que reescreveu a história do futebol brasileiro, escreverá um texto sobre Gylmar, exaltando o Santos, o que tem uma certa lógica, e espinafrando o Corinthians, porque o goleiro conquistou os maiores títulos pelo Santos, como se ele não existisse antes de jogar no time do Pelé. Aguardemos, pois.

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