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Os 50 melhores técnicos do mundo

08/01/2015

Passou desapercebido aqui no Brasil a lista dos 50 melhores técnicos do mundo em 2015 elaborada pela revista FourFourTwo.

Entre 50 técnicos, quantos brasileiros caberiam? Pois é, nenhum!

Já são alguns anos que eu, daqui detrás do balcão, falo que não temos bons técnicos no Brasil. Precisou do 1×7 para as pessoas começarem a refletir sobre isso. Entendo que o azedume em relação aos treineiros brasilis ainda é algo motivado pela raiva da goleada alemã, mas já é alguma coisa.

Entre os 50, apenas um trabalha no Brasil: Osorio (49º, lê-se Oçório). Ainda na região, a lista tem: Gallardo (31º, River), Sampaoli (26º), Bauza (22º, San Lorenzo), Pekerman (21º, que é colombiano), Tabarez (19º, Sel. Uruguai), além, é claro, Simeone (4º), mas este atua na Europa. São 7 entre 50 atuando na América do Sul, o que atesta uma lista abrangente.

O problema nosso aqui é pior do que não termos ninguém na lista, é nos acostumarmos com nossos técnicos ruins e tê-los como referência de ponta. Daí partem certas maluquices consagradas por essas bandas. Exemplo: o 1º da lista é Mourinho, um treinador completo: revolucionou o processo de treinamento em campo, motivador ao extremo, tático e estrategista. É comum no Brasil compará-lo com qualquer técnico que tenha sucesso com alguma forma futebol defensivo.

Estamos em uma época de vacas magras no futebol brasileiro, muito culpa da safra de treinadores. Um caso que eu não canso de citar é Mano Menezes, potencialmente nosso melhor treinador, monta bons times, mexe bem, mas é fraco em algo fundamental: motivação. Já Tite mexe muito mal, comete erros infantis nas escalações, mas é motivador e convence seus liderados.

O que o Brasil deveria fazer, mas vai ficar cada vez mais difícil com a desvalorização cambial, é investir nesses treinadores estrangeiros para servir de exemplo para os novos treinadores, particularmente aqueles que começam a surgir por fora do meio. Falo de treinadores que não são ex-jogadores, não estão com paradigmas bizarros nas cabeça (vocês sabem do que estou falando) e que, geralmente, têm alguma formação acadêmica em esporte. Acho que o filho do Nelsinho no Sport é um exemplo, mas reparem que na Série A é só ele. Reparem também que o Corinthians demitiu o prof. Rodrigo Leitão da base.

Em suma, vejo muita reclamação da qualidade dos treinadores, mas também vejo muita falta de qualidade tanto na crítica, quanto na ação.

Os Top 10:

  1. Mourinho
  2. Guardiola
  3. Luis Enrique
  4. Simeone
  5. Allegri
  6. J. Klopp
  7. Unai Emery (Sevilla)
  8. Joachim Low
  9. Ancelotti
  10. Blanc
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34 Comentários leave one →
  1. Nicolas permalink
    08/06/2015 22:48

    Deveria haver um esforço para tentar formar treinadores. Quem sabe uma Escola Nacional de Técnicos de Futebol? Não sei a quem deveria caber a iniciativa…CBF?

    A experiência de outros países pode apontar caminhos. A Espanha, por exemplo, trilhou caminho parecido… A entrevista a seguir traz um quadro geral sobre a formação de técnicos na Espanha:

    http://universidadedofutebol.com.br/Entrevista/10871/Mariano-Moreno-diretor-da-escola-de-tecnicos-da-Espanha

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  2. Nicolas permalink
    08/05/2015 13:17

    O Brasil não precisará importar técnicos desde que comece a formá-los, não é? Então, a questão passa por ter bons cursos de formação e passar a exigir uma graduação mínima. Com o passar do tempo, sempre surgem novas exigências para atuar em uma área. Na Espanha, querem conhecimentos de inglês e informática. A entrevista a seguir traz um quadro geral sobre a formação de técnicos na Espanha:

    http://universidadedofutebol.com.br/Entrevista/10871/Mariano-Moreno-diretor-da-escola-de-tecnicos-da-Espanha

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  3. 08/03/2015 18:02

    Vagner Mancini ganhou uma copa do brasil pelo Paulista de Jundiai.
    Péricles Chamusca venceu com o Santo André em pleno Maracanã.
    Jair picerni levou São Caetano até a final da libertinha.
    Celoso Bac… Ops Roth venceu libertadores.
    Sabe que isso significa ? Isso mesmo,nada !

    Em uma terra onde Adenorius Bachum é referência,onde se fala ainda em primeiro volante marcador e segundo que sai pro jogo,onde ainda procuram o “10” pode-se tudo.Nivelado por baixo.

    Eu gostaria de ver Titus treinando o Real Madrid.

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  4. Múcio Rodolfo permalink
    08/03/2015 16:59

    1- “Tal técnico comete erros infantis em suas escalações”‘. Aqui tentando achar tais erros tidos como pueris…. No time atual tem alguém que esteja sendo escalado no time titular e que não mereça a titularidade? Voltando um pouco no passado, me lembro do Jocinei cuja presença era cobrada no time titular. Mas que também não conseguiu vaga no time sob o comando do outro técnico.
    2- Exemplos de décadas passadas não apenas são legais, mas também servem para demonstrar uma tendência histórica. O mundo mudou. A vida mudou, mas certos valores continuam…. Serve para mostrar que a vida de um treinador estrangeiro talvez não seja esta maravilha que se pensa, ou em outras palavras, que ele vai ter uma enorme dificuldade para desempenhar seu trabalho, aplicar suas concepções futebolísticas etc etc etc.
    3- Neste curso de reciclagem ou de atualização, o Mano precisa dispender algumas horas no tópico “como me fazer entender entender por meus jogadores”. Foi alegando uma certa dificuldade de comunicação com seus comandados que ele deixou o Flamengo em 2013. Em seguida, o time carioca conquistou a Copa do Brasil. O sucessor do gênio incompreendido foi Andrade que, até onde eu sei, era ex-jogador (espécie tida como maldita por alguns) não tinha diploma nessas uefas da vida e levou o time do Flamengo ao título de campeão carioca.
    4- Eu só queria ver um Mourinho da vida treinando uma Portuguesa como a de hoje.

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    • Múcio Rodolfo permalink
      08/03/2015 21:45

      Na verdade o técnico campeão da Copa do Brasil não foi o Andrade mas sim o Jaime – também ex jogador do clube nos anos 70. Mas é claro que vencer a Copa do Brasil não significa nada não é mesmo? O que vale é apresentar “novidades”, se mostrar “antenado” com o que se passa lá fora…

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  5. 08/03/2015 15:15

    Esses exemplos dos anos 50,60,70 são legais até por que não mudou nada na vida e no futebol de lá para cá.
    Como se tudo que deu certo no passado servisse para hoje.
    Fazendo uma analogia seria como achar que Rod Laver com seu mágico jogo de saque e voleio empunhando uma raquete de madeira pudesse vencer Nadal ou Djokovic nas atuais circunstâncias do jogo.
    Quando ganhei meu super nintendo fiquei maravilhado e impressionado,hoje não passa de uma relíquia um objeto ultrapassado por mais que o adorasse.

    O mundo sofre transformações constantes e evolui,o futebol não é inerente as mudanças do tempo, gostando ou não delas.

    Gosto de folclore mas só nos livros do Lobato.
    Futebol é profissional,um esporte de alto rendimento onde pagasse cifras astronômicas para jogadores e treinadores.O minimo a ser exigido é preparo e atualização em todos aspectos que envolvem o jogo.
    Joel Santana é um cara engraçado,mas serve apenas para comerciais de tv.
    Esse tipo de folclore quero longe do meu time.

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  6. Múcio Rodolfo permalink
    08/03/2015 13:43

    1- Tão importante quanto esta lista é a lista dos 10 técnicos mais importantes da história do Corinthians.
    2- Então quer dize que o Mano também vai fazer desses cursinhos de reciclagem? Agora só falta vermos na prática se ele aprendeu alguma coisa ou se deu nó como aquele treinador que conseguiu ser campeão gaúcho por uma equipe da serra.
    3- Nos últimos tempos por “n” razões técnicos estrangeiros não se deram bem aqui no Brasil. Se não me engano teve dois húngaros que passaram por aqui com sucesso, mas isto ai na década de 50 e 60. Se bem que um deles foi campeão comandando um time que tinha jogadores como Zizinho e Canhoteiro. Teve depois o Filpo Nunez, mas como ele era do estilo folclórico, não sei se ele agradaria os apreciadores de técnicos formados em academias, com cursos nas uefas da vida. Nos tempos mais recentes chamou a atenção a presença de um técnico oriundo da antiga Iugoslávia que não teve uma boa passagem pelo Bragantino. Ok Não era o mesmo Braga dos bons tempos, mas um técnico europeu -em tese mais qualificado do que seu similar tupiniquim- tem meio que obrigação de tirar leite de pedra, não é mesmo. E teve o caso do Lothar Matthews que começou um bom trabalho no Atético-Pr, mas que não se sabe porque cargas d’água abandonou o barco. Sinal de que não existe apenas a barreira da língua a atrapalhar o desempenho de um técnico estrangeiro por aqui. Isto sem contar o boicote que alguns times fazem quando não compreendem os métodos do técnico “alienígena”. O Passarela pode falar bem sobre esta questã

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  7. 08/03/2015 12:39

    Por falar em MM assisti o Resenha Espn,falou sobre diversos assuntos achei legal.Só não entendi por que fez o tal curso da UEFA,pensei que era só tomar chazinho e bater papo em dialetos italianos !! Meio trouxa esse Mano hein ?

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    • bloguedotimao77 permalink*
      08/03/2015 15:58

      Ele vai pegar o Cruzeiro logo logo…

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      • @resparta permalink
        08/03/2015 17:55

        Não me surpreenderia em vê-lo em breve no São Paulo se perder o jogo contra nós no domingo. Cruzeiro e Inter são destinos também possíveis dependendo das próximas rodadas.

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        • 08/03/2015 18:15

          Acho que no SP agora não,mas quem tem Vaidar como presidente nunca sabe…
          Chorolado e Cruzeiro acho destinos mais prováveis.
          Cruzeiro principalmente.

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  8. Daniel CMS permalink
    08/03/2015 10:21

    Cade o Felipão? Que injustiça…

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  9. Cesar Cachaça permalink
    08/03/2015 8:54

    o cara do Atlético PR me parece do mesmo estilo do Eduardo Batista…

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    • bloguedotimao77 permalink*
      08/03/2015 11:22

      Verdade. Precisamos ver se esse movimento é pela qualidade ou pela falta de recursos.

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      • Cesar Cachaça permalink
        08/03/2015 13:33

        taticamente me parece interessante; linhas compactas, a penúltima linha sempre na linha do meio de campo quando ataca, volantes que saem pro jogo. A observar…

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  10. Múcio Rodolfo permalink
    08/02/2015 23:16

    1- Essas listas….. Ontem eu vi uma lista de times considerados mais tradicionais da América. Na lista estavam o Cerro Porteño do Paraguai, o Racing da Argentina, o Colo-Colo do Chile e até a Liga Deportiva Universitária do Equador. O Corinthians não constava da lista. Dai ser necessário olhar tais listas com certa cautela.
    2- Técnico estudado, com diploma e tudo mais é muito bacana, mas as vezes carece do conhecimento do meio – algo que quem é oriundo do meio possui. Assim querer que o futebol tenha clones dos Mourinhos da vida e desejar a extinção dos técnicos “boleirões”, “paizões” me parece meio que acabar com um pouco da essência do futebol. O “folclore” também é necessário no futebol.
    3- Hoje durante a transmissão entre Sport x Cruzeiro o repórter relatou a conversa entre o técnico Eduardo Batista e o atacante Régis. Este ouviu do “professor” que “era sua obrigação voltar para marcar, ajudar o lateral na hora que o Cruzeiro estivesse atacando”

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    • bloguedotimao77 permalink*
      08/03/2015 6:56

      3- Pena que o Tite não dá a mesma instrução…

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      • Múcio Rodolfo permalink
        08/03/2015 11:16

        ?????????????????????????????????????????????????????????????

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        • bloguedotimao77 permalink*
          08/03/2015 11:22

          Reflita

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        • Múcio Rodolfo permalink
          08/03/2015 12:35

          Bom… A mim me parece que no Corinthians um atacante seja orientado a voltar para ajudar na marcação sempre que for necessário. Parece que a instrução do técnico do Ixpóti foi no mesmo sentido.

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        • bloguedotimao77 permalink*
          08/03/2015 15:44

          Infelizmente não.

          Atacante voltar para ajudar é uma coisa muito diferente do que os atacantes fazem com Tite.

          Aliás, quando o Mano chegou, isso foi tema de entrevista em que ele detonou esse tipo de exagero do Tite.

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        • Múcio Rodolfo permalink
          08/03/2015 17:02

          Então… o ano passado vendo o jogo do Corinthians contra o Chiqueirense pelo paulistão, vi o Romarinho voltando no mesmo setor em que costumava voltar nos tempos do Adenor. E não foi uma vez não. Naquele jogo fatídico diante do Atlético Mineiro, o Malcon voltou diversas vezes lá próximo da nossa área para ajudar na marcação.

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    • Cesar Cachaça permalink
      08/03/2015 13:39

      um ângulo diferente sobre isso (ou nem tão diferente): Robben não volta para marcar o lateral até a sua própria área, pelo menos não na maioria do tempo, assim como Di Maria não fazia isso no Real, nem Neymar o faz no Barcelona, e poderíamos ir em frente. Ok, o Corinthians não é nenhum desses times, mas quando joga com times intermediários para baixo na tabela (Goiás, Coritiba…) poderia se comportar de forma parecida, pois a diferença técnica se aproxima da dos grandes europeus contra os pequenos de seu país. O conceito simplificado é: não é o Guardiola que tem que pedir pro Robben se preocupar com o lateral do Shalke, é o técnico do Shalke que tem que pedir pro seu lateral não avançar pq o Robben tá caindo nas suas costas. Se você se posicionar de forma a explorar os avanços do adversário e tiver competência para tanto, você vai levar a melhor 80% das vezes. Uma ou outra vez o adversário vai levar a vantagem do 2×1 contra seu lateral (embora haja recomposição do volante e num time compacto não seja tão simples assim), mas a idéia é uma estrutura tática que coloque o adversário sobre pressão do erro,não você. Assumindo a postura de que tem que marcar o lateral até o fim para não sofrer atrás signifca nivelar por baixo e abrir mão da vantagem técnica que você poderia ter.

      Curtido por 4 pessoas

      • Correa Leonardo permalink
        08/03/2015 14:33

        Show, resumiu o problema (e uma possível solução).

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      • bloguedotimao77 permalink*
        08/03/2015 16:01

        Exato, e o trabalho de marcação é mais do meio de campo e não do seu melhor atacante.

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      • Múcio Rodolfo permalink
        08/03/2015 16:47

        Ok..1-No entanto, é preciso considerar que o abismo que separa um Barcelona de um Osassunã da vida é maior do que aquele que separa um Corinthians de um Goiás, por exemplo. De modo que um Malcon seja obrigado a voltar mais vezes para ajudar o defensor do Corinthiano do que um Neymar o faça no Barcelona. Assim se o Malcon não voltar sempre que for necessário e numa dessas, o time tomar o gol, ele será de certo modo responsabilizado. Foi o que aconteceu, por exemplo, com o Mendoza a quem foi atribuída a responsabilidade de não ter acompanhado o jogador do Chiqueirense no momento em que saiu o gol do adversário. De outro modo, creio que a preocupação de um técnico que tenha pela frente um Robben seja um pouco maior de um que tenha um Malcon pela frente. 2- Tudo relativo. Eu me lembro que antigamente, os técnicos montavam um esquema para anular o Cafu que atuava como lateral ou ala. Ora não seria mais lógico imaginar um atacante atuando pelo setor dele e impedindo que ele avançasse o tempo todo? Por nenhum técnico se atreveu a fazer isto?

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      • @resparta permalink
        08/03/2015 18:03

        Não sei o Robben, mas o Ribéry volta sempre. E discordo um pouquinho que o abismo entre o Barça/Bayern e um time pequeno/médio na Espanha/Alemanha seja parecido com Corinthians e um time pequeno/médio no Brasil. Todos os atacantes de Barça e Bayern são ótimos e atletas de primeira, já no nosso caso… Mas na média concordo contigo, o time do Tite explora muito pouco prender o lateral adversário por que estamos pressionando o tempo todo. O Corinthians em Itaquera tende a fazer um pouco isso nos 15 minutos iniciais de todo jogo. Mas acho que tanto do ponto de vista técnico como atlético não consigamos sustentar isso muito tempo. Mas que seria legal tentar, ah isso seria. Não vai acontecer com o Tite.

        Curtido por 1 pessoa

  11. 08/02/2015 15:23

    Osorio (49º, lê-se Oçório) -> acredito que seja Oçôrio 😛

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    • bloguedotimao77 permalink*
      08/03/2015 11:22

      Hehe… é um som estranho, mas você deve estar + certo que eu.

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  12. 08/02/2015 15:20

    Não consegui nos achar na lista… tínhamos que estar entre os dez primeiros… por isso não levo em consideração essa lista… 😛

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  13. 08/02/2015 13:53

    Adenor nem entre os 10 primeiros ? Quem faz esse tipo de lista,qual os critérios ?
    Somos penta,eles que devem aprender conosco (leia em modo Zagallo).

    1- Deixando as galhofas de lado,nesse mesmo boteco pós eliminação para o Paraguai do escrete Dunguista havia uma discussão se o declínio era técnico fruto de uma geração fraca ou atraso tático,entendimento do jogo e de preparação.
    Olhando rapidamente para as grandes ligas europeias e até secundárias não há um treineiro tupiniquim,eles estão relegados a ligas de terceira como “Mundo Arábe”,China e Japão.
    Uma das muletas usadas é a barreira do idioma,e pode até ser verdade Pellegrino (chileno) e Pochetino (argentino) treinam grandes equipes na premiere league por que o idioma lhes favorece.
    Outro dia no bola da vez vi o Diego (ex San78s) falando da importância do planejamento e organização coletiva e o impacto que tem na individualidade de cada jogador.
    Eduardo é um oásis hoje,mas creio que num futuro não muito próximo será uma regra esse tipo de perfil.Logo o treinador boleirão,paizão e motivador será obsoleto.

    2- A “prensa” também tem uma parcela enorme nesse atraso, outro dia o tal de Cereto disso que 4-1-4-1 pra ele é um busão na frente do gol e que não enxergava nada dessas coisas no campo de jogo,mas ele não é o único a ter essa mentalidade tacanha.
    O quão comum é ainda vermos comentaristas se lamuriando pelo camisa “10” ou acabaram com a várzea ou temos que resgatar nossa maneira de jogar.
    Um volante marca ou outro sai mais,o nove faz gol, lateral cruza etc….
    Os ex jogadores são piores ainda, não sei se por desconhecimento,arrogância ou inveja dos jogadores da atualidade e seus ganhos estratosféricos.

    3- No Corinthians houve uma renovação total nas categorias inferiores por razões apenas politiqueiras.
    Fernando Alba que fez grande trabalho como diretor de base e cotado para assumir o profissional,foi barrado pela grande figura André Negão braço de ferro do Rei.No seu lugar foi indicado como sabemos o “`Presente dos Deuses” um sujeito totalmente desconhecido nas alamedas do PSJ,mas que por essas coincidências da vida ajudo$$$$ o Rei na sua campanha para deputado.

    4- Um texto do AK para fazer um contra-ponto em defesa dos treineiros, http://blogs.lancenet.com.br/andrekfouri/2015/08/02/coluna-dominical-311/

    5- Esses dois senhores no topo da lista modificaram muito o futebol,transformaram o campo de jogo num tabuleiro de xadrez,onde todo e qualquer movimento é essencial.
    Claro que o talento ainda é primordial,mas são 11 caras em campo senso coletivo deve prevalecer sempre,só ai o individual desequilibra.

    Curtido por 2 pessoas

    • 08/02/2015 21:38

      1- Esses treinadores que você citou… acredito que eles estão na Inglaterra pois fizeram um bom trabalho em outro país europeu… no caso do Pochettino foi na Espanha com o Espanyol… mas antes disso ele fala o espanhol… e o mais importante antes disso é que ele jogou no Espanyol durante a carreira… ou seja, recebeu uma oportunidade por ser ídolo na equipe da Catalunya… acho que essa é a diferença… o cara jogou lá e se formou técnico na Europa… mas eu sei que o Ricardo Gomes, hoje no Botafogo, jogou no PSG da França e treinou a equipe de lá…

      Curtido por 1 pessoa

      • 08/02/2015 22:40

        Eu dei apenas dois exemplos para não me estender muito,o idioma ajuda mas não é um fator preponderante para esse entrave dos brasileiros .E lembre-se nos times europeus,principalmente nos tops há jogadores de todos lugares do mundo,o treinador vai se comunicar no idioma de cada jogador do clube ?
        O próprio Diego que citei,disse na mesma entrevista que havia um interprete o tempo todo no Wolfsburg.
        E por que não há treinadores brasileiros em Portugal por exemplo ?

        Bielsa,Pellegrini e Simeone não se formaram na treinadores na Europa,e destes apenas Simeone jogou por lá.
        Acho que tem muito mais a ver com concepções e ideias,e entender que futebol mudou muito nos últimos 10,20 anos.

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