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CAP 1×4 Corinthians, não vejo ninguém na minha frente.

10/18/2015

Corinthians mais uma vez impôs a superioridade de seu elenco: abriu 0x1 num lance que mostra bem a fragilidade adversária e depois recuou para impor mais uma goleada na base do contra-ataque. Vitória acachapante: 1×4, com louvor. Corinthians está cada fez mais eficaz: poucas jogadas ofensivas, muitos gols e, na outra ponta, quase nenhum susto, quase nenhum gol sofrido.

Hoje, inclusive, foi um jogo mais bacana de se assistir, apesar da CAP, que nem fez cosquinha.

Jogo tão fácil que o “Love desencantou” mais uma vez e Edilson fez “grande partida”.

Esse título apaga o futebol feio da conquista de 2011. O futebol chato do 1º turno foi sendo substituído por partidas agradáveis e cheias de gols como a de hoje.


E o campeonato vai chegando ao fi… Necas, tem mais 7 jogos ou 21 pontos em disputa! A pergunta óbvia: praquê?

Com mais duas vitórias apenas, Corinthians passa o sarrafo dos campeões. Alguns de vocês receiam que precisaríamos de mais pontos e eu acrescento: se 73 pontos NÃO forem suficientes, isso confirma o campeonato MAIS DESEQUILIBRADO da era dos pontos corridos. (Desequilíbrio = diferença técnica entre os times das pontas).

Vou ser mais uma vez repetitivo: é muito jogo e o desnível entre elencos está muito grande. O meu receio é de que esse desequilíbrio tenha vindo para ficar, decorrente do outro desequilíbrio: a partilha do dinheiro de TV.

Depois da doença holandesa, estaríamos sofrendo da doença espanhola.

#RenunciaRoberto

Em tempo:

Copo cheio: campeão brasileiro de pontos corridos (tirando 2009) precisa de 73 pontos ou 64% de aproveitamento. Faltam só 6 pontos.

Sarrafo: 64%      Corinthians atual: 72%    Atlético: 63% Grêmio 59%

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30 Comentários leave one →
  1. 10/20/2015 17:18

    Há uns 10 anos atrás fiz um levantamento da concentração de campeões nos principais campeonatos do mundo desde 1971 (a partir do momento que exista um campeonato Brasileiro que possa assim ser chamado). A idéia era mostra qual a razão de campeonatos ganhos pelo time com mais campeonatos, pelo segundo, pelo terceiro e assim por diante. O que constatei então (falo de memória então posso ser um pouco diferente) é que os campeonatos Holandês e Português eram os mais concentrados (algo como os dois times com mais títulos tinham 80% dos títulos). E já então havia essa concentração também no campeonato espanhol (e quase todos os europeus com algo como 90% dos títulos com os 4 ou 5 times mais vezes campeões). E o campeonato brasileiro disparado o menos concentrado de todos. E não havia essa grana toda de televisão então. Minha conclusão naquele momento é que a grana da televisão não era responsável pelo que chamamos hoje de “espanholização.” O processo pode ser acentuado com a grana das TV, com uma maior participação no faturamento dos clubes hoje em dia, mas não é isso que causa o desequilíbrio. O que causa o desequilíbrio é o mercado principal dos times (mercado no sentido de população grande e região econômica importante). Por vários motivos pontuais times de um mercados pequenos pode ter um período de sucesso, por exemplo o Saint-Étienne nas décadas de 1960-70, o Notingham Forest na década de 1970 e o Kaiserslautern na década de 1990, mas não se sustentam muito tempo. E mercado significa massa de torcedores grande e com poder aquisitivo significativo. Essess se sustentam mais tempo. Só tradição não adianta, é preciso essa base. Que hoje acaba fortalecida pela importante grana da televisão. Muito se fala da divisão mais “socialista” do campeonato alemão, só que dos últimos 15 campeonatos lá o Bayern ganhou 9 e o Dortmund levou 3, ou seja, dois times levaram 80% dos campeonatos. E na Espanha? Madri e Barcelona levam, olha só que coincidência, 12 (80%) dos últimos 15 campeonatos. Minha opinião é, não dê nenhum dinheiro de TV para Real Madrid e Barcelona (ou Bayern e Dortmund) e mesmo assim eles levam pelo menos 50% dos campeonatos.

    Dito tudo isso a pergunta que fica é, por que isso não acontece no Brasil? Minha opinião (e só opinião mesmo) é que por aqui os clubes são uma bagunça e muito mal geridos. Se fossem bem geridos Corinthians e Flamengo teriam, mesmo sem a grana da televisão, pelo menos 50% dos campeonatos nacionais. Não dá para comparar os mercados das Cidades de São Paulo e Rio de Janeiro com nenhuma outra cidade grande do Brasil. Alguém tem outra teoria?

    Curtido por 1 pessoa

    • 10/20/2015 17:23

      Esqueci, #calabocaRobertoAndrade #RenunciaRobertoAndrade #QuemFezaPorradoContratoComaOmni?

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    • Nicolau permalink
      10/20/2015 18:36

      Muito bom esse estudo, será que você consegue recuperar?

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      • 10/20/2015 19:05

        Espanha de 1971 a 2014 (44 anos) Acumulado
        1 Real Madrid 18 41% 41%
        2 Barcelona 14 32% 73%
        3 Atletico Madrid 4 9% 82%
        4 Valencia 3 7% 89%
        5 Real Sociedad 2 5% 93%
        6 Athletic Bilbao 2 5% 98%
        7 Dep. Coruna 1 2% 100%
        Total 44

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      • 10/20/2015 19:18

        Alemanha de 1971 a 2014 (44 anos) Acumulado
        Bayern Munich 22 50% 50%
        Borussia Dortmund 5 11% 61%
        Borussia Mönchengladbach 4 9% 70%
        Hamburger SV 3 7% 77%
        VfB Stuttgart 3 7% 84%
        Werder Bremen 3 7% 91%
        1. FC Kaiserslautern 2 5% 95%
        1. FC Köln 1 2% 98%
        VfL Wolfsburg 1 2% 100%

        TOTAL 44

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      • 10/20/2015 19:30

        Vou postar todas as tabela que produzir (pelo menos Espanha, Alemanha, Inglaterra, Itália, França, Argentina e Brasil) no twitter.

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    • Meia permalink
      10/20/2015 18:55

      acho que além disso, existe hoje muito mais olheiros, visibilidade e etc., no sentido que se um time pequeno se destaca e começa a montar um time bom, na temporada seguinte terá seus melhores jogadores (e até os piores) vendidos. Aqui no Brasil acho que o que equilibra um pouco mais para não ser tão centrado no eixo RJ-SP é que apesar de estarem em estados mais ricos, se divide a atenção por 8, enquanto em MG e RS o butim é divido por apenas 2.

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      • Nicolau permalink
        10/20/2015 19:32

        Pois é, pensei nessa questão também. E considerando população e território, Brasil dá umas 2 Alemanhas, 3 Espanhas… Isso pode ajudar a manter uma certa dispersão.

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  2. Múcio Rodolfo permalink
    10/19/2015 20:48

    1- O time é outro…. Ou melhor o time atingiu neste momento a maturidade que começou a se desenhar no primeiro turno quando penava para derrota seus adversários – inclusive quando atuava em seus domínios. E isto, meus amigos, é fruto de um trabalho sério desenvolvido no dia a dia por um profissional competente – simplesmente isto.
    2- Esse não é um campeonato normal. Digo isto ao considerar nosso desempenho em Santa Catarina – terreno em que tradicionalmente não temos uma vida fácil. Este ano vencemos todos os jogos ali disputados. Nem o terrível Avaí evitou o revés por lá. O mesmo se pode dizer do adversário de ontem. Fazia um bom tempo que o Timão não conseguia uma vitória sobre ele dentro da Arena. O ano passado foram um empate e uma derrota diante do mesmo adversário. Só pra lembrar que o time do Paraná tirou seis pontos do seu homônimo mineiro neste campeonato.
    3- Roberto Andrade precisa entrar num cursinho básico de História do Corinthians.. Aliás do jeito que as coisas caminham, daqui a pouco vai ter gente dizendo que o campeonato de 1977 foi um campeonato como outro qualquer e que Neco, Luizinho, Teleco, Sócrates não foram tudo isto.
    4- Não vejo no futebol brasileiro algo que se possa chamar de espanholização. Na Espanha, Barcelona e Real Madrid são forças que quase monopolizam os títulos desde tempos remotos. Uma vez ou outra times como Valencia, Atletic Bilbao, Real Sociedad, Atlético Madrid furam o esquema, mas é caso raro. O mesmo fenômeno se repete na Alemanha com a hegemonia do Bayern. Aqui no Brasil, há um certo revezamento no que tange a clubes que exercem o domínio no cenário nacional. O Corinthians lidera o campeonato, mas isto não implica que ele vai se manter como quadro hegemônico nas próximas temporadas. A concorrência aqui é maior do que na Europa.

    Curtido por 3 pessoas

  3. Cesar Augusto permalink
    10/19/2015 20:02

    O Corinthians fez 30 gols no segundo turno. Trinta. Média de 2,5 por jogo.

    O time é outro. O Titenaccio extensivo foi abolido em detrimento de um esquema à base de triangulações, futebol envolvente e um contra-ataque mortal. O mérito, amigos, é do Adenor.

    O Corinthians é agradabilíssimo de se ver e esse futebol atual dá razão aos corneteiros, os quais me incluo, que não se conformavam com o mau futebol do time. Sempre foi possível jogar mais.

    Isto posto, faltam alguns passos para o título. Estamos no caminho certo, mas é preciso confirmar.

    Sobre a espanholização, eu, particularmente, não acredito. Os times brasileiros são pessimamente administrados. O que acontece em 2015 não tem relação com a grana.

    Há times, como o Palmeiras, que têm elencos mais caros que o Corinthians. E em 2013, 2014, deu Cruzeiro, que tem orçamento inferior ao trio de ferro, ao Inter e ao Flamengo.

    Se o Corinthians se organizar, o que sabemos ser improvável, aí sim poderíamos dominar. Caso contrário, não acredito. O Flamengo, por exemplo, é a maior receita do Brasil e não chega nem perto de disputar o título.

    Curtido por 1 pessoa

    • 10/19/2015 21:43

      Não sei se escrevo besteira, pois não acompanhei como devia o 1o. turno, não acreditava no Tite mesmo. Mas o diferencial nos jogos atuais têm sido o posicionamento do Renato.
      Ele faz o que o Kroos faz, ele é o 1, e não Ralf, que é um suporte defensivo, ontem p.ex. ele jogou de lateral, suprindo a deficiência de Edilsão (quem teve um Edilson de verdade deve recusar repetir esse nome ante tamanha ruindade).
      Inclusive, no gol tomado, Renato recuou marcando o lateral direito e Arana não acompanhou. Essa disposição foi um erro tático e se Tite viu, e acho que viu, deverá evitar isso no futuro, delimitando zonas de marcação.

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    • Correa Leonardo permalink
      10/20/2015 14:27

      Sua frade que contém uma verdade do Universo é: “Os times brasileiros são pessimamente administrados.”

      Se houve um momento em que uma possível “dinastia” de nossa parte tinha condições de se consolidar, era no início de 2013. O time havia vencido o mundial no Zapón (e não venceu com as calças na mão, como outros clubes daqui, mas um jogo jogado) e os adversários demonstraram um temor sincero.

      Infelizmente a contratação de Pato e a mais nefasta ainda renovação com Érmensson Sheik (baita desagregador, digasse de passage) implodiu essa possibilidade.

      Hoje, é impossível prever o que vai acontecer na temporada que vem.

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  4. Cesar Cachaça permalink
    10/19/2015 18:06

    tem que tirar chapéu pro Tite. Ele planejou e executou muito bem a evolução do time ao longo do campeonato.

    Agora, a questão da espanholização, hum, aqui eu discordo em alguns aspectos. Primeiro, acho que o efeito ainda não é esse; ou era esse o efeito do SP sobrando três anos e Cruzeiro sobrando os últimos dois? O lance é que um time bem acertado e que sabe jogar pontos corridos acaba sobrando, e foi isso que o Corinthians fez esse ano. Ora, ontem jogaram Edílson, Arana, Felipe, Malcolm, jogadores que são longe de serem medalhões ou caros; os reservas imediatos são Lincom e Rodriguinho. Cadê superioridade financeira fazendo diferença aqui? O Corinthians não tem renda de estádio há um ano e meio. O Palmeiras gastou mais nos últimos 2 anos e tá se enrolando;, o problema do SPFC é gritantemente administrativo. Por outro lado, que país há essa justiça de verbas que se prega? Se os clubes fossem bem administrados, a diferença de verba de TV, pelo menos para os 7 ou 8 clubes principais, não seria tão gritante pra ditar os resultados. Pode-se discutir se é preferível o modelo inglês ou o espanhol, mas ainda sim o Manchester United terá mais chances de títulos do que o Everton.

    Curtido por 2 pessoas

  5. Nicolau permalink
    10/19/2015 16:42

    “O futebol chato do 1º turno foi sendo substituído por partidas agradáveis e cheias de gols como a de hoje.”

    É bem por aí, a evolução do time do ponto de vista ofensivo é notória. O time de 2011 (e o do primeiro turno) tinha como principal arma a marcação, seja para anular adversários, seja para, adiantando as linhas, roubar a bola na frente e marcar. Eram muito poucas as tabelas, jogadas construídas. O controle do jogo, se existia, se dava pela negativa, pelo controle dos espaços e não da bola.
    Esse ano, depois de começar bem parecido, a coisa evoluiu. O repertório de criação de jogadas quando em 0x0 é muito maior, dependemos muito menos de bolas aéreas. E melhor: esses elementos anteriores se mantém, como mostra o segundo gol de Renato Augusto, na roubada de Elias.
    O meio campo é muito bacana de ver, toque de bola, movimentação organizada, e sem abdicar de ter muita segurança. Belo trabalho do Tite e dos jogadores (Renato, Jadson e Elias são fundamentais para essa organização funcionar). Que continue assim por mais sete rodadas, para, nos termos do técnico, bater campeão.

    Sobre o desnível do campeonato, a questão financeira é de fato muito séria. Acho que é um pouco difícil falar em “espanholização”, mas com certeza uma “inglaterrização” é bem possível: não serão 2 com condições de disputar todo ano, mas uns 4 ou 5. Nesse sentido, a ação do Andres Sanches (e, por consequencia, do Corinthians) que detonou o Clube dos 13 em favor de um novo acordo com a Globo foi um problema no longo prazo: saímos de um regime ruim, meio estamental, para uma individualização que pode comprometer o coletivo mais adiante.
    Um modelo de divisão mais igual precisa ser pensado. Não sei se há propostas para isso nessa nova Liga Sul-MG-RJ, por exemplo, ou mesmo nas discussões do Bom Senso, mas é importante que seja discutido.
    Sobre o formato do campeonato, não tenho nada contra pontos corridos. Se fosse play-offs, hoje provavelmente já teríamos os rebaixados definidos e essa briga pela última vaga da Libertadores já estaria definida. No mínimo, teria que pensar bem no formato.
    Eu defendi bastante os pontos corridos em momentos anteriores por um motivo mais amplo: era fundamental não mudar de modelo por muito tempo, para acabar com a cultura das viradas de mesa. Ainda acho melhor não mexer nisso, para deixar a cultura se consolidar mais. Talvez, depois de 12 anos com a mesma fórmula, eu possa ser convencido de que esse risco é menor. Mas como a maioria dos dirigentes segue a mesma, seja nos clubes como na CBF, ainda prefiro evitar a fadiga.

    Curtido por 4 pessoas

  6. 10/19/2015 14:47

    Quem não viveu não sabe o que é na carne, mas a ditadura foi vergonhosa. Prendia-se e matava-se por discordar.
    Nasci em 71 e não tenho porque me orgulhar da ausência de democracia, eramos um país pobre, violento e sem educação, e sem voto.
    Hoje também, mas somos donos do nosso nariz, escolhemos!
    E eis que uma turma sensacional resolveu mudar os rumos, na esteira da abertura, lenta, gradual e segura, iniciada em 74.
    Estavam cansados da lentidão e de comer pelas bordas, foram direto ao ponto, a alma da nação, o futebol.
    Sócrates (meu único ídolo), Casagrande (que tem o direito a tudo o que quiser) e Wladimir, como os principais, mas não únicos participantes, trataram de fazerem-se vozes e dissonantes.
    A democracia corinthiana era possível porque era o time das massas, o time do povo, até a Gaviões tinha um papel essencial e político no pedido de anistia.
    Hoje, o revisionismo sem-vergonha, de iletrados e irrelevantes que tentam esquecer o passado, não pode ser levado adiante, principalmente se o presidente do time do povo for seu porta-voz.
    De parte das minhas memórias, ao encontrar por diversas vezes o doutor em estado não sóbrio nos bares de Ribeirão Preto, sempre o reverenciei, especialmente por conta do título de 82, que assisti na casa de um capitão são paulino, tremenda alegria.

    http://governorpc.corinthians.com.br/profiles/blogs/a-hist-ria-secreta-da-a-o-direta-corinthiana-pela-anistia

    Curtido por 3 pessoas

    • Cesar Augusto permalink
      10/19/2015 19:49

      Muito bom.

      Roberto de Andrade deveria ser destituído por excesso de imbecilidade.

      Que vergonha ter um presidente que não tem a menor noção da história do clube.

      Triste.

      Curtido por 3 pessoas

  7. Daniel CMS permalink
    10/19/2015 11:45

    Explica esse renuncia roberto? Tá dando preguiça de entender as entrelinhas

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  8. alexandre lemos permalink
    10/19/2015 6:55

    Lei de Darwin , no futebol, os mais fortes sobreviv3em, os mais fracos sucubem, e esse blog tava faendo falta

    Curtido por 1 pessoa

  9. 10/18/2015 22:04

    Tite eterno. Amanhã volto ao meu normal. Mas hoje: Tite, tu és fueda.

    Curtido por 1 pessoa

  10. LP_SCCP permalink
    10/18/2015 21:46

    Qual a lógica?
    A maior cota esta em 10o.
    A 3a. Maior em 6o.
    A 4a. Em ULTIMO

    Os ultimos 3 campeonatos foram ganhos por times fora do “G5” de cotas.
    Esse conceito comunista é tipico de antis. Se o SCCP é campeao tem q ter algum fator externo.

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    • bloguedotimao77 permalink*
      10/18/2015 21:58

      Acho que não, você está confundindo.

      O sistema de cotas atual é recente.

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      • LP_SCCP permalink
        10/18/2015 22:35

        O fim do C13 foi em 2011, de 2012em diante os valores ja eram individuais e os campeoes foram Flu e Cruzeiro q estao fora do G4 de cotas..

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        • bloguedotimao77 permalink*
          10/18/2015 23:18

          Olha a tabela do post anterior

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